Empresas que desenvolvem video games decidiram controlar o discurso e ações de seus consumidores ao se unirem com a Liga Anti-Difamação para combater o "extremismo de direita" em jogos. Ai você deve se perguntar se algo similar ocorre contra discursos de extrema esquerda... bem, você já deve imaginar a resposta.
Foi descoberto que a EA anunciou sua participação nesse cruzada no início do ano, e que eles vão se unir a Good Gaming - Well Played Democracy e Keinen Pixel den Faschisten (Sem Pixels para Fascistas) para evitar que "jogadores se radicalizem em neonazistas".
Que instituições são essas? Saiba agora:
A Good Gaming é apoiada pela Fundação Amadeu Antonio, um grupo ativista liderado pela ex-informante da polícia secreta da Stasi, Anette Kahane. Kahane teve problemas recentemente por enviar brochuras para escolas alemãs alegando que a família de uma garota é de direita se ela usa vestidos ou faz tarefas domésticas.
Os co-fundadores do No Pixels são Pascal Wagner e Aurelia Brandenberg, ambos grandes defensores do mito comum de que os videogames têm uma radicalização generalizada ou um problema de direita, ou que os videogames são exclusivistas. Brandenberg observou recentemente que os jogadores são tipicamente anti-diversidade e de direita, cheios de "masculinidade nerd tóxica em sua casa da árvore".
A Good Gaming observa que seu objetivo é analisar como "atores alternativos de direita estão cada vez mais tentando fomentar uma atmosfera misantrópica nas plataformas de jogos". É importante notar que muitas empresas de tecnologia nos Estados Unidos e em outros lugares já aderiram ou estabeleceram grupos e projetos semelhantes.
A polícia do pensamento continua a todo vapor, vamos ver se o público vai aceitar isso bovinamente ou responder onde dói nessas empresas: o bolso.





